Academia Contagense de Letras - acl

*uma flor no asfalto*

                                         MEMBROS

Ordem alfabética

 

 

Antônio Rodrigues Souza, nasceu no dia 1º de dezembro de 1960 na terra dos índios machacalis, em Minas Gerais. Professor de língua portuguesa e literatura brasileira na rede escolar de Betim. Divorciado. Conheceu Bélgica, França, Inglaterra, Roma, República Tcheca, Alemanha, Áustria. Leitor de Machado de Assis, Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Adélia Prado, Paulo Gabriel, Clarice Lispector e Pablo Neruda, Marquerite Suras, Oscar Wilde, José Saramago e muitos outros.

Publicou dois livros de poemas, Palavra que conspira (1989), na juventude, e Flores no Pote (2002), na maturidade, esse último, na verdade, uma reconstituição atávica, transfigurada literariamente, de sua formação humana, uma liturgia de retorno às origens, onde, em tom memorialístico e lírico, remonta os tempos da infância, livro que ganhou análise de Leonardo de Magalhaens, no ensaio “A poesia na re-elaboração da memória”, publicado dentro da série “Betim lê Contagem”, no Jornal Regional Contagem (2006-2007). 

   Exerce a ‘artística’ profissão da docência, dando aulas de redação e literatura universal e brasileira. Desde 2002, é membro da Academia Contagense de Letras. Em 2004-2005, junto com outras pessoas, deu início ao Movimento Pasárgada de Arte e Vida, que já fez apresentações em várias cidades mineiras. Tem um filho e uma filha. Mora num apartamento no bairro Fonte Grande, em Contagem, onde possui uma biblioteca de clássicos e modernos e um acervo de raridades musicais, CDs de música latino-americana, jazz, blues, etc, denunciando um gosto invulgar.  

 

 

Breno Fernando Silva Araújo, nasceu em Belo Horizonte a 28 de dezembro de 1985. Trabalhou muitos anos no comércio, ganhando larga experiência no setor. Entre suas leituras consta Dom Casmurro, Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, Via Láctea, de Olavo Bilac. Leitor de Tomás Antônio Gonzaga, Luís Fernando Veríssimo, Cecília Meirelles, Willian Shakespeare. Premiado na categoria poesia dos concursos literários do Centro de Educação Técnica de Contagem, CENTEC, e da Fundação de Ensino de Contagem, FUNEC (2001). Poeta. Sonetista.

 

 

Bruno Heinz Tschoepe, primo de Breno, ascende de família alemã, primo de Breno Fernando Silva Araújo, nascido em Belo Horizonte a 30 de abril de 1985. Estudioso do Alemão. Lê Breno Fernando Silva Araújo, seu primo, Vinícius de Moraes, Olavo Bilac, Paulo Coelho, James Redfield. Escreveu poesias decadentistas.

 

 

Davidson Soares Silva, o GA, hoje Barulhista, nasceu em Belo Horizonte a 15 de junho de 1981. Escreveu cronologicamente as reuniões de poemas “Diário de uma tarde”, “Pessoas nunca estiveram próximas”, “Poesia escura, poemas-visuais”, e “Informação em formação”. Todo este material solicita publicação. Publicou vários fanzines e papers, como o Toscomondo. Publicou a crítica “Televiciografia” [Infoguia, Contagem, maio de 2003]. Manteve os blogs www.toscomondo.blogger.com.br e www.plan.blogger.com.br, já expirados. Colaborou com a Biblioteca Comunitária Lindalva de Freitas, da Associação dos Artistas de Contagem [AAC]. Fez parte dos conjuntos musicais Jardim Elétrico, o PLAN [Projeto Luz da Anti Normalidade] e O Dobro. Coordenou a OPS [Oficina de Pesquisas Sonoras] e o projeto TIVIRA, no Núcleo de Arte e Cultura, da AAC. Músico experimental, percusionista. 

 

 

 

 

 

  

 

Hélio José Silveira Bonfim, nasceu em Poções, Bahia. Aos 14 anos mudou-se com a família para Teófilo Ottoni, onde estuda em colégio de padres holandeses, de pedagogia rígida. Aos 20 anos segue com o primo para o Rio de Janeiro. Aqui, faz bicos e vende lingüiça para sobreviver. Vive em casa abandonada junto de pessoas desconhecidas, chega a passar uma noite sem teto, dorme entre bambus na periferia da cidade, sujeito a todo tipo de adversidade natural ou crueldade humana. Sofre covardias das mais atrozes, passa dificuldades de ordem material, financeira, emocional. No entanto, Hélio Silveira Bonfim sobrevive, e hoje, aposentado da Telemig, vive no Bairro Boa Vista, em Belo Horizonte, onde cuidava de matilha, que teve que desfazer por causa dos problemas de saúde. Casado, pai de três filhos, Hélio Silveira Bonfim tornou-se poeta, bardo, trovador dos versos de Castro Alves e de composições próprias, marcadas pelo tom grandiloqüente. Em dezembro de 2002 foi alçado por unanimidade à vice-presidência da Academia Contagense de Letras. Vencedor do 16º Festival da Juventude, na categoria Poesia.

 

 

Isa Maria Marques de Oliveira, nasceu em Contagem a 05 de maio de 1985. Leitora de Paulo Coelho, Carlos Drummond de Andrade, Cruz e Souza, Pedro Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Leonardo Boff, Frei Beto, Érico Veríssimo, Gregório de Matos, Roberto Drummond e Morris Weat, Mark Twain, Willian Shakespeare, Sidney Sheldon, Santo Agostinho, Conan Doyle, Gabriel Garcia Márquez. Escreveu Tempo que não mente. “Em andamento” Deus, uma filosofia de fé, Poemas Sacros, Poemas de amor, Contos contagenses. Vida, minha vida..., poema publicado no sítio virtual Caverna Mineira (2002), Amar a Pátria, texto em prosa publicado no Informativo Paroquial da Paróquia Matriz de São Gonçalo (2001). Meu Brasil, poema publicado no livreto (apostila) em homenagem aos 500 anos do Brasil. Expôs doze quadros pintados a óleo na Feira Técnica de Contagem (NOV/2002). Participações musicais, poéticas, religiosas e artísticas no curso de inglês Wizard-Contagem, Matriz São Gonçalo, Orquestra Jovem de Contagem, Centro Cultural de Contagem, Sistema de Ensino Arquidiocesano. Ao leitor: “Todo poeta carrega em si o sentimento do mundo”. Administradora pública, pintora e poetisa. 

 

 

  

 

Jiselda Mara de Oliveira Campos

 

 

 

 

 

Juno Assis Morais

 

 

Kennedy Cândido, filho do casal Antônio Cândido e Jovita Maria Cândido, nasceu em Bambuí em 1966. Com quatro meses de idade, mudou-se para o bairro Novo Riacho, em Contagem, onde passou toda a infância. Na escola destacou-se em redação. Na época, foi muito aplaudido pelos colegas e professora por causa do texto O Cego: era o primeiro reconhecimento do talento literário. À frente, destacou-se com frase de incentivo premiada por ocasião da ida da Seleção Brasileira de Futebol para o Mundial do México. Destacou-se no Festival da Juventude de 1986 com o poema “Essência de carinho”.

Em Araxá, colaborou com o jornal O Tempo, fazendo comentário esportivo. Filiou-se ao Sindicato dos Escritores de Belo Horizonte à época do seu presidente/escritor Danilo Horta. Em 2001, publicou na marra os livros A Essência Encantada (poemas) e Asas da Liberdade (poemas e prosas curtas), livros que podem ser encontrados com o autor. Em 2002, tornou-se membro da Academia Contagense de Letras, somando-se a outros companheiros de viagem e encantando o meio literário com sua amável presença. Estimulado, voltou a participar do Festival da Juventude; participou dos festivais de 2001, 2002, 2003, 2004 e 2005. Poeta da voz, em 2003, produziu algumas cópias do CD Bosque da Poesia, vinte faixas de poemas de Kennedy sonorizados por Nadilson Assunção (Sonarte Studio: Contagem) e declamados pelo autor, que, sempre quando possível, intervêm no cotidiano com sua voz encantada. Fiz uma análise deste CD, “Estudos culturais, estilo e Kennedy Cândido”, publicado no livro Leituras e Andanças (2004) e no Jornal Regional Contagem.

 

 

 

Em março de 2004, casou-se com Sonilde, casamento do qual sou padrinho. Pessoa amável, Kennedy, mais do que escrever poesia, busca viver a poesia no seu dia-a-dia, seja nas duras horas de trabalho, seja nas horas livres. Sempre quando lho é dada a oportunidade, o poeta, com sua voz serena, intervêm no cotidiano, com suas declamações, levando um pouco de conforto aos corações. O importante, para compreender este poeta, não é olhar para a sua literatura em si, buscando aí beletrismo e domínio técnico do texto, não, deixemos isso para os literatos profissionais; para compreender a literatura deste anônimo trovador urbano, é preciso ir além do textual. Cito Walt Whitman: “(...) Praticaste muito para aprender a ler? Tens orgulho em saber interpretar os poemas? Permanece comigo êste dia e esta noite e terás a origem de todos os poemas (...)” (Canto de mim mesmo, tradução de Anita Sodré). Kennedy Cândido, assim como Whitman, é um destes poetas primitivos para quem a poesia está em tudo, literalmente. Coincidência ou Providência, Kennedy Cândido, como o próprio nome expressa – quem o conhece sabe do que escrevo – é verdadeiramente uma alma cândida, traço de personalidade que o distingue; é uma destas raras figuras que envolvem os ambientes de harmonia, e, como por mágica, tornam a existência mais leve.

    Em notícia do jornalzinho interno da empresa Via Brasil (onde KC trabalhou durante muitos anos) Armazém de notícias (“Apaixonado por literatura”), o poeta fala em publicar mais três livros: um infantil, um de poesias e sonetos e outros de casos e estórias populares. Resta saber se entre estes três estão os que certa feita o autor me relatou desejar publicar, a saber: Cálice Mega Man: uma vida dentro da morte (conto surreal), Deus Único, (aventura), Ouro Iluminado (auto-ajuda) e A Essência da Liberdade (pesquisas). Cheguei a ler manuscritos de Cálice Mega Man e me encantei quando do registro dos morcegos da Rua Mulungu, de que sou morador, e sua transposição para o plano da estória contada.   

Leonardo de Magalhaens leu as duas obras publicadas de Kennedy Cândido e escreveu o ensaio “Essência da fala poética”, sobre o livro A essência encantada e o ensaio “Protesto lírico”, sobre o livro Nas asas da liberdade.  

      Kennedy Cândido, entre outros motivos, por minha sugestão, deu para escrever histórias fantásticas, prosas poéticas de terror e suspense. Tem se dado muito bem com essa série de textos fantásticos, que já somam grande quantidade, podendo serem agrupados em um ou mais livros. Como amostra dessa produção horripilante, publicamos “Magda Marta Morta”.   

 

 

Lecy Pereira Sousa, xamã dos saraus, bruxo das periferias, feiticeiro do contra-cotidiano, nasceu em Almenara, Minas Gerais, a 16 de abril de 1969.   

Escreveu Ali ao longe perto do sol e outros fragmentos, poemas, Causos do Seu Zé, contos, Dos mais improváveis o encontro, a publicar. De publicado, há inúmeros textos seus na Internet, em sites literários, como no www.temploxv.pro.br, onde saiu Após as montanhas e outros pretextos, contos. Em 2005 participou do livro História de Venda Nova em Contos e Causos com o texto “Simplesmente Memória” editado pela Prefeitura de Belo Horizonte em parceria com a FAMINAS. Em 2006, saiu o e-book A Coleção dos Sentidos, a venda na Internet por apenas dez reais.  No mesmo ano apareceu ainda Órfãos de Orfeu, poemas, também saído na Web.

O escritor também mantém blogs na Internet, como os www.lecypereira.rg9.net e www.suitedasletras.uniblog.com.br. Como se não bastasse, Lecy Pereira Sousa é um dos fundadores da Academia Contagense de Letras, agitador cultural e poeta performático. 

 

 

 

 

Madalena Ramos Chacharosky

 

 

Maria Cristina Fonseca, nasceu em Belo Horizonte-MG no ano de 1963, sendo residente em Contagem há mais de 30 anos. Professora do antigo Primeiro Grau, hoje Ensino Fundamental, fez curso superior incompleto de Letras na UNI-BH. Ceramista, como gosta de ser chamada, e não oleira, produz peças de cerâmica manualmente sob grife “Do barro à forma”, já participou de várias exposições: Centro Cultural de Contagem (2001), Feira de Cerâmica no Mercado Distrital de Santa Tereza-BH (1999-2003), Espaço Cultural da SOS Computadores no Eldorado (2001-2003), entre outros. Organiza eventos. Leitora de Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meirelles, Paulo Coelho, Roberto Drummond. Escreve cartas constantemente. 

 

 

Marta Helena dos Reis Macedo, nasceu em Martinho soares, Minas Gerais, a 05 de novembro de 1965. Por ela mesma: “Nasci no ano de 1965, em Martinho Soares-MG. Na nossa casa não tinha TV, então cresci ouvindo as histórias que minha mãe contava ao calor do fogão a lenha ou no terreiro banhado de lua. Ouvir histórias resultou nisso: tomei gosto pela leitura e escrita. Os livros foram sempre companheiros inseparáveis a todo instante, fosse na dor ou na alegria. Neles encontrei amigos, confidentes, refúgio...

      Mais tarde me formei em Letras, especializando-me em Literatura, Língua Portuguesa e em Religião. Buscando novas experiências, participei da ACL, Academia Contagense de Letras e do Grupo Pasárgada (recital de poesia e música). Também trabalhei como revisora de textos durante um tempo.

      Casei, descasei, tenho duas filhas lindas. Atualmente leciono Língua Portuguesa nas redes públicas de Betim e de Belo Horizonte e gosto de escrever, sempre que o desejo vem, me dominando completamente... Então, como quem tece uma teia com asa palavras, teço a vida virada e revirada de ponta cabeça; através de versos, contos e histórias. Às vezes escrevo meio às avessas e, por favor, não me peçam explicações para o que nem mesma eu entendo. Escrever para mim é uma necessidade, assim como respirar... é minha viagem pelos caminhos e descaminhos da existência, onde infinitas vezes me perco ou me reencontro, isso depende do caminhar... escrevo assim: sentindo o mundo inteiro em minhas mãos, pulsando a vida com toda sua beleza e fúria. Escrevo por paixão... muita!”

 

 

Priscilla Cândice Cursino, nasceu em Belo Horizonte a 08 de julho de 1981. Residente em Contagem. Formada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), é educadora concursada na rede municipal de educação de Belo Horizonte. Na juventude, compôs um livreto de poesias, “Paixão e melancolia: duas faces de um ser – poesias de inspiração momentânea”, que distribuiu aos seus. 

 

 

Rozilda Jacinta Lopes, nasceu em Itapiru, Minas Gerais, a 09 de dezembro de 1955. Exerceu o magistério durante muitos anos em Betim e Contagem, dando aulas de norma padrão do português, literatura, Inglês e Espanhol. Serviu os órgãos oficiais de cultura de Contagem e secretariou as reuniões do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Contagem-COMPAC. Da literatura nacional, é leitora de “Guimarães Rosa, Machado de Assis, Lima Barreto, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Érico Veríssimo, Rubem Braga, Manuel Bandeira, Drummond, Vinícius de Moraes e todos o que fizeram e fazem literatura de qualidade”. Da literatura estrangeira, lê Georg Orwell, Gabriel Garcia Marquez, Ernest Hemingway, Pablo Neruda, José Saramago, Zola, Victor Hugo, Dostoievsky. Escreve crônicas, poemas, cartas, prosas poéticas e memórias. Teve uma crônica vencedora do Concurso de Crônicas da Secretaria de Educação de Betim. Quando da fundação da Academia Contagense de Letras, ato do qual foi signatária, sugeriu intercâmbio entre esta e a Academia Betinense de Letras-ABEL, intercâmbio que de fato aconteceu, criando uma amizade celebrada em vários eventos e saraus, especialmente o Sarau “Laços de Amizade”, dedicado à irmandade acadêmica, realizado no Mercado Central de Contagem. Cantar é a sua paixão e é integrante do Coral Musicanto de Contagem. 

 

 

Rudger Rodrigues da Silva, nasceu em João Monlevade–MG a 15 de fevereiro de 1983. Filho de José Geraldo da Silva e de Mônica Antônia da Silva, tendo herdado dos pais do espírito empreendedor e a facilidade de se comunicar, tendo exercido posições de liderança nos seus trabalhos. Fez vários cursos profissionalizantes e teve várias experiências profissionais. Pratica esportes e é entusiasta participante de congregação evangélica.

      Ator. Freqüentou algumas poucas aulas na Universidade Livre da Academia Mineira de Letras (2003), poeta bissexto. Nasceu no ano de 1983 em João Monlevade. Exerceu vários serviços, ensino médio em curso, solteiro. Leitor de Roseane Murray, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meirelles, Clarice Lispector. 

 

 

 

 

 

Sidney Rosa Dias, ou Yendis Asor Said nasceu em Belo Horizonte a 16 de outubro de 1977. Conhecido como Yendis Asor Said, escreveu vários livrinhos e os distribuiu aos milhares na RMBH e alhures. Colabora no Jornal Regional Contagem desde abril de 2007, onde assina a famosa série "Sociedade Massacrada". Autor de "Teoria da Nudez" e "Desejo da Carne", obras passíveis de adaptação teatral.

 

 

 

  

Stener Carvalho Fernandes Barbosa, graduado em História na UFMG.

 

 

Vinícius Fernandes Cardoso, nasceu em Belo Horizonte a 29 de abril de 1983. Filho de Maria de Fátima Fernandes Cardozo e José Cardozo Neto, irmão de Murilo Fernandes Cardoso. Aos cinco anos, rumou com os pais e o irmão para a cidade de Igarapé, onde ficaram durante um ano. Apesar do curto tempo de estada em Igarapé, foi lá onde Vinícius acordou para a vida consciente, passando ali um momento significativo de sua infância: cita os nomes do Sr. Artur, Dona Olíria e seu amigo Jubinha, desse significativo ano, no melancólico e lírico poema “Sinto que nunca fui feliz...”, presente no seu livro Nômade, de 2008.

Em outubro de 2001, junto com mais sete pessoas, fundou a Academia Contagense de Letras, a ACL, tornando-se um empenhado trabalhador desta instituição. Em 2003, produziu e distribuiu em Contagem o fanzine Panfletário. Em abril de 2004, lançou a miscelânea Leituras e Andanças e passou a colaborar com o Jornal Regional Contagem. Levou a público o grande poema “A Alma dos Bairros”, texto muito festejado entre os leitores. Em 2005, fez circular envelopes com novos poemas seus, como “Oração de Mim Mesmo”, e ensaios. Em 2007, publicou A Alma dos Bairros, o livro, de edição extremamente limitada mas que teve seu conteúdo, como o de seu primeiro livro, em parte, publicado no jornal onde colabora.

Sua primeira declamação pública foi com o poema “Alguma Coisa Minha”, durante o XIV Festival da Juventude, do Novo Riacho, em 2001, ano em que ingressou para a Faculdade de Letras da UFMG, permanecendo ali por um tempo até reoptar para o curso de Ciências Sociais, oferecido pela mesma Universidade.

Autor de Leituras e Andanças (2004), A Alma dos Bairros, o livro (2007) e Nômade (2008).

 

 

 

 

 

 

 

 

Correspondentes

Marcos Vaz (Vila Velha-ES)

Vander Rocha Rodrigues (BH)

 

 

Eméritos

 

 

Candidatos aprovados

Ana Paula Paulino Faria 

Deiwson Ferreira de Magalhães

Jaqueline Oliveira Brandão

  

 

Imortais   

   José Afrânio Moreira Duarte (emérito em vida)

 

 

Quadro incompleto: há 3 cadeiras para sucessão e 15 para preenchimento

 Membros amigos incorporados aos efetivos